quarta-feira, 11 de julho de 2012




Desigualdade gera altruísmo ou egoísmo?  Avaliar as predisposições dos indivíduos para dinâmicas de redistribuição de renda.


 

Durante a semana estarei escrevendo no Blog Gente Com Futuro sobre redistribuição de renda e  qual o impacto das desigualdades sociais, que embora a redução da desigualdade é geralmente considerada desejável, e não há um entendimento crescente de quais politicas provem e quais não promovem a igualdade, pouco se sabe sobre por que essas políticas são adotadas em diferentes graus de intensidade em momentos diferentes e locais. Para explicar essa variação, identificar os círculos eleitorais das diversas políticas sob várias condições. Este trabalho explana esta questão utilizando dados do público brasileiro em impostos relacionados com as preferências, as transferências condicionais de dinheiro, pensões e educação. Verifica-se que qualquer desacordo entre os grupos socioeconômicos sobre como o governo deve enfrentar a desigualdade. Enquanto os mais pobres entrevistados apóiam as transferências monetárias do que os ricos, os ricos são mais propensos do que pobres para sustentar os gastos com educação pública. Ao contrário do senso comum, o altruísmo parece gerar desigualdade entre ricos sobre o programa de escolha para reduzir a pobreza com  transferências condicionais de dinheiro.

Proibida produção nacional e importação de lâmpadas incandescentes de 150W e 200W

02/07/2012 16:20 - Portal Brasil
Substituição desse tipo de lâmpada será gradativa e devem deixar de ser usadas até 2017
Lâmpadas incandescentes com potências de 150 W e 200W, e que não tiverem eficiência energética determinada na Portaria n° 1007, de dezembro de 2010, não podem mais ser produzidas ou importadas pelo Brasil desde o sábado (30). A norma tem como objetivo reduzir a quantidade de lâmpadas incandescentes na casa dos brasileiros e aumentar a participação de unidades mais eficientes, como as fluorescentes.
Portal BrasilLâmpadas incandescentes custam menos, mas são menos eficientes. Prefira as fluorescentes.Ampliar
  • Lâmpadas incandescentes custam menos, mas são menos eficientes. Prefira as fluorescentes.
A substituição dos tipos de lâmpadas será de forma gradativa. Começou com a proibição de produção e importação das incandescentes de menores potências e acabará em 30 de junho de 2017, quando a limitação atingir as de menores potências. A venda das lâmpadas incandescentes de 150W e 200w, no entanto, não está proibida. Fabricantes e importadores devem vender seus estoques até 31 de dezembro; e atacadistas e varejistas, até 30 de junho de 2013.
No caso das lâmpadas de 60W, as mais utilizadas, assim como as de 75We 100W, a data limite para fabricação e importação é 30 de junho de 2013, sendo que a comercialização se encerra em 30 de junho de 2014.
Segundo a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, uma lâmpada incandescente de 60W ligada 4 horas por dia, pode resultar em 7,2 kWh de consumo no final do mês. Na comparação, uma lâmpada fluorescente compacta equivalente proporciona uma economia de 75%, ou seja, este resultado pode cair para 1,8 kWh/mês. Os resultados podem variar por conta da frequência de utilização e a potência de cada tipo de lâmpada.
Fluorescentes econômicas
Também desde o último sábado, alguns modelos de fluorescentes compactas, chamadas de econômicas, devem se adequar aos níveis mínimos de eficiência, de acordo com a Portaria n° 1008, de dezembro de 2010. Diferentemente das lâmpadas incandescentes, há vários modelos de fluorescentes compactas capazes de cumprir as exigências, o que garante que este tipo de lâmpada permanecerá no mercado. Os prazos são os mesmos para os fabricantes dos dois tipos.
As medidas são para alinhar o País com as premissas e diretrizes do Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf).

fonte: www.brasil.gov.br

Capacitação profissional

Reportagem da presidência da república, falando sobre o Sistema S, o qual terá grande participação na estratégia de educação do governo. 

 
O chamado Sistema S cumpre um papel fundamental na oferta de cursos profissionais em todo o Brasil. Criadas a partir dos anos 1940, as entidades que compõem o sistema se dedicam à formação profissional em suas respectivas áreas de atuação (indústria, comércio, agropecuária, entre outras). A primeira a surgir foi o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em 1942, seguida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), quatro anos depois.
José Paulo Lacerda/SenaiAmpliar
  • Senai foi o primeiro curso profissionalizante a surgir no Brasil, em 1942
Embora sejam privadas e administradas por entidades patronais, as instituições são mantidas por contribuições estipuladas pela Constituição Federal de 1988. Uma parcela da folha de pagamento das empresas é destinada às entidades patronais da categoria a qual pertencem. Estas, por sua vez, são obrigadas por lei a destinar os recursos ao aperfeiçoamento profissional (por meio dos serviços de aprendizagem) e ao bem estar social dos trabalhadores (por meio dos chamados Serviços Sociais).
O Sistema S é formado atualmente pelas seguintes entidades:
Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
Criado em 1946, é responsável pela oferta de cursos para profissionais do setor do comércio e de serviços. Além do ensino médio, oferece formação superior em cinco estados e no Distrito Federal. Sua gestão cabe à Confederação Nacional do Comércio (CNC). No final de 2010, o Senac tinha 1,15 milhão de alunos matriculados em todas as unidades da federação.
Sesc – Serviço Social do Comércio
Também criado em 1946 e gerido pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Sesc atua nas áreas de educação, saúde, cultura e lazer. Sua estrutura física é constituída de Centros de Atividades, que congregam diferentes tipos de serviços (como teatro, restaurante, quadras esportivas e atendimento odontológico no mesmo espaço) e de Unidades Especializadas, como colônias de férias, hospedarias, teatros, cinemas, balneários, escolas e áreas de proteção ambiental (como a Estância Ecológica do Pantanal).
Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
Criado em 1942 e administrado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Senai é formado por 838 unidades de ensino dos níveis básico, médio e superior, das quais 454 são fixas. As 384 unidades móveis da entidade levam a possibilidade de formação profissional a locais distantes dos grandes centros produtores do País. O Senai oferece cursos em 28 diferentes áreas ligadas à indústria, que já qualificaram cerca de 50 milhões de cidadãos em quase 70 anos de atuação.
Sesi – Serviço Social da Indústria
Inaugurado em 1942 e gerido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Sesi atua na promoção da saúde e do bem-estar dos trabalhadores da indústria. Está presente em mais de 2 mil cidades brasileiras com centros de atividades, colônias de férias e clubes do trabalhador. A entidade ainda oferece programas como a Ação Global (um conjunto de atividades de cunho social) e o Cozinha Brasil (que estimula o consumo de alimentos saudáveis).
Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
Instituído em 1991, é administrado pela Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Além da formação profissional, o Senar procura promover a inserção social das populações do campo. Em 2010, os cursos oferecidos pela entidade em todo o Brasil atraíram 688 mil pessoas.
Senat – Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte
Nascido em 1993, é gerido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e tem como objetivo principal oferecer qualificação profissional para os trabalhadores do setor. Além dos cursos profissionais no formato tradicional, oferecidos em suas unidades de todo o Brasil, o Senat possui um programa de ensino à distância.
Sest – Serviço Social do Transporte
Foi criado em 1993 e também é gerido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Suas unidades físicas são compartilhadas com o Senat e oferecem equipamentos de lazer, esporte e saúde para os trabalhadores do setor e seus familiares.
Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
Criado em 1972, o Sebrae é uma entidade autônoma que visa estimular o empreendedorismo no Brasil. Oferece orientação para empresários de pequeno porte e estimula a geração de renda em comunidades carentes por meio de programas de incentivo à produção local.
Sescoop – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo
Instituído em 1998, o Sescoop tem como objetivos formar mão de obra e promover a prática do cooperativismo no Brasil. Nos seus dez primeiros anos de atuação, a entidade formou cerca de 1 milhão de trabalhadores.


Fonte: www.brasil.com.br